01/10/2007
27/09/2007
Costumes e Semelhanças
Suas vestes não são apenas roupas ou maquiagens vazias e sem sentido, mas uma maneira de se expressarem como crítica observação da sociedade.
É uma estética artística em suas vestes, pois a arte é estética.
Costumes Não quero aqui ditar moda alguma, apenas mostrar pontos em comum que existem entre as pessoas e não regras a serem seguidas.
Muitos se vestem dessa forma, mas o conteúdo interior, a postura pessoal, os interesses podem passar longe da essência de ser gótico.
Apenas tento descrever alguns trajes mais usados nos ambientes góticos ou alternativos no Brasil e, mais especificamente, em São Paulo.
Roupas pretas sempre são as mais freqüentes; algumas vezes misturam-se com branco, vermelhas são também usadas, mas não tão comuns.
No dia a dia geralmente as cores escuras prevalecem.
O estilo gótico tende a ter muitas vezes uma pitada de andrógino, onde alguns gostam de vestir peças de roupas femininas, como saias por cima das calças, desafiando barreiras sociais; para isso é preciso ter uma mente aberta.
Pele muito clara, pois a palidez é esteticamente agradável, como os vitorianos, dando um ar de nobreza. Bronzeados do sol? Nem pensar.
Cabelos pretos, realmente é o mais usual, vermelho, ou purpúreo são bastante comuns.
Maquilagem preta e branca, batom preto, unhas pretas.
Olhos bem contornados e marcados de preto. Há também os que aderem às lentes de contato com aparência especial.
Fetiche - couro, látex, p.v.c., borracha e vinil são usados nas vestes, como em jaqueta de couro, coletes, calças, saias e assessórios - gargantilhas e outros.
Os tecidos de veludo são muito apreciados mas os leves que flutuam são igualmente muito usados.
Camisas de poeta -- algumas com jabeau por volta dos pulsos e do colarinho, rendas, detalhes delicados (elas são normalmente brancas), ou uma tira de tecido amarrada em torno do pescoço
Casacos - Longos (sobretudo) Capas no estilo ópera .
Assessórios - Sempre prateados ou pretos, prata , muita prata, correntes, penduradas nas roupas ou nos coturnos, fivelas; broches, muitos anéis, brincos, camafeus, gargantilhas e pulseiras de couro com spikes ,de tecido, semi jóias com pedras.
Pingentes como ankhs ou cruz de ansata , , pentagramas , olho de horus,
cruzes cristãs e pagãs
Saias longas e amplas, pesadas ou leves, saias curtas ou do tamanho longuete e mini- saias
Blusas geralmente com colo de fora, transparentes, mangas largas
Golas altas com apliques rendados criam uma atmosfera do romantismo
Nos pés - coturno para homens e mulheres, e muitas vezes botas de plataforma ou saltos altos para as mulheres; meias femininas são vistas freqüentemente do tipo arrastão ou lisas e sempre pretas
Luvas curtas ou longas são muito usadas no inverno
Leques no verão ajudam a ñ borrar a maquilagem
As mulheres vestem-se com uma feminilidade incrível
Bolsas delicadas, geralmente pequenas, lisas e sempre pretas -- às vezes com símbolos de cruzes, morcegos, caixões, aranhas , bordadas a mão ou algum objeto aplicado
Tatuagens e piercings -- (depende da pessoa) a maioria os tem mas não tanto como os punks, por exemplo
Algumas Semelhanças
É muito comum encontrarmos vários góticos com uma forte semelhança com:
Siouxsie Sioux (de Siouxsie & The Banshees)
Morte uma das irmãs do personagem Sandman
– usando uma cruz ankh
Eric Draven (personagem do filme O Corvo)
24/09/2007
Auto biografia do Slash Ate o Fim do ano!!!!!
Slash disse que o fato do livro trazer v�rias hist�rias referentes ao Guns n� Roses n�o tem nada de nost�lgico ou devido ao anivers�rio de 20 anos do primeiro �lbum, �Appetite for Destruction�. Segundo o guitarrista, o que o impulsionou a tratar daquele per�odo foi principalmente as hist�rias erradas que ele l� sobre a banda. A sua vers�o seria uma forma de esclarecer alguns fatos.
O guitarrista conta que teve dificuldade em passar para o papel. �Foi um livro dif�cil de fazer porque eu estava muito ferrado de 1980 ate 2000. Eu tive que ir fundo para tentar lembrar um monte de coisas�.
O livro est� sendo editado e deve chegar �s lojas antes do final do ano.
21/09/2007
19/09/2007
Tarja Turunen
Tarja Turunen regrava clássico de Alice Cooper: A cantora Tarja Turunen divulgou novidades sobre seu álbum solo, previsto para ser lançado no início de novembro. Segundo a vocalista, o disco “My Winter Storm” vai trazer uma versão de um dos maiores sucessos de Alice Cooper, a música “Poison”, gravada originalmente pelo cantor em 1989, no álbum “Trash” [...] (Fonte: Rock Online)

Gotich
Ao longo da história, o termo Gótico foi usado como adjetivo ou classifi- cação de diversas manifestações artísticas, estéticas e comportamentais. Dessa maneira, podemos ter uma noção da diversidade de significados que esta palavra traz em si.
Originalmente, Gótico deriva-se de Godos, povo germânico considerado bárbaro que diluiu-se aproximadamente no ano 700 d.C.. Como metáfora, o termo foi usado pela primeira vez no início da Renascença, para designar pejorativamente a tendência arquitetônica, criada pela Igreja Católica, da baixa Idade Média e, por conseqüência, toda produção artística deste período. Assim, a arquitetura foi classificada como gótica, referindo-se ao seu estilo "bárbaro", se comparado às tendências românicas da época.
No século XVIII, como reação ao Iluminismo, surge o Romantismo que idealiza uma Idade Média, que na verdade nunca existiu. Nesse período o termo Gótico passa a designar uma parcela da literatura romântica. Como a Idade Média também é conhecida como "Idade das Trevas", o termo é aplicado como sinônimo de medieval, sombrio, macabro e por vezes, sobrenatural. As expressões Gothic Novel e Gothic Literature são utilizadas para designar este sub-gênero romântico, que trazia enredos sobrenaturais ambientados em cenários sombrios como castelos em ruínas e cemitérios. Assim, o termo Gothicism, de origem inglesa, é associado ao conjunto de obras da literatura gótica.
Posteriormente, influenciado pela Literatura Gótica, surge o ultra-romantismo, um subgênero do romantismo que tem o tédio, a morbidez e a dramaticidade como algumas características mais significativas.
No final da década de 70 surge a subcultura gótica influenciada por várias correntes artísticas, como o Expressionismo, o Decadentismo, a Cultura de Cabaré e Beatnick. Seus adeptos foram primeiramente chamados de Darks, aqui no Brasil, e curtiam bandas como Joy Division, Bauhaus, The Sisters of Mercy, entre tantas outras. Atualmente, a subcultura gótica permanece em atividade e em constante renovação cultural, que não se baseia apenas na música e no comportamento, mas em inúmeras outras expressões artísticas.
Nos meados da década de 90, viu-se emergir uma corrente cultural caracterizada por alguns elementos comportamentais comuns ao romantismo do século XVIII, como a melancolia e o obscurantismo, por exemplo. Na ausência de uma classificação mais precisa, esta corrente foi denominada Cultura Obscura. Porém, de forma ampla e talvez até equivocada, o termo Goticismo também é usado para denominá-la.
Há algumas semelhanças entre Cultura Obscura e Subcultura Gótica. Mas há também diferenças essenciais que as tornam distintas. Por exemplo, a Cultura Obscura caracteriza-se por valores individuais e não possui raízes históricas concretas como a subcultura gótica.
Entre os apreciadores da Cultura Obscura, é possível determinar alguns itens comuns, como a valorização e contemplação das diversas manifestações artísticas. Além de uma perspectiva poética e subjetiva sobre a própria existência; uma visão positiva sobre solidão, melancolia e tristeza; introspecção, medievalismo, entre outros.
Sintetizar em palavras um universo de questões filosóficas, espirituais e ideológicas que agem na razão humana, traz definições frágeis e incompletas de sua essência. Obscuro, Sombrio ou Gótico podem ser adjetivos de diversos contextos e conotações. Mas é, principalmente, o espelho que reflete uma personalidade.
Nina Vamp
Essa sou eu!!!